Trabalhar nos bastidores de operações tão complexas me ensinou exatamente o rigor necessário para se construir uma experiência memorável. Porém, ao caminhar pelos pavilhões de diversas feiras recentes e observar o mercado de fora, uma percepção tem ficado inegável: em teoria, eventos são a maior vitrine que uma marca pode ter. Estande impecável, equipe alinhada, brindes e painéis. Mas, no final do dia, o público passa por dezenas de estandes e não lembra da maioria.
E, quando todo mundo comunica igual, ninguém se destaca. E os números levantados pelo estudo da Trade Show Labs (CEIR), confirmam: